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2009/03/04

remember swurl? not anymore!

Recently, this is the second tool I used that does not work anymore. First it was magnolia. Gladly I never cease to use delicious. I used magnolia as a backup for delicious (redundancy if you will)  but it was never up to date. Today I went to swurl and the timeline of all users are gone! Gladly it was «only» a timeline of aggregated information from other places. Redundancy seems to be a vital practice this days ;-)

BTW, can anyone recommend a timeline for aggregating data from different places?

2009/02/24

Smartpen for normal notebooks or Moleskines?

When I saw Smartpen at first, I thought it would solve the transitions from taking notes in paper and then moving to digital. You might think it's a minor problem, but since the majority of people still use hybrid spaces for relating to their information (paper, digital, web), this gadget would be very handy for bridging those spaces.

After checking all the details to buy myself one, found out that "The Pulse™ smartpen works only with Livescribe™ dot paper. Use it to activate all smartpen applications." This means, one needs to buy special dotted numbered notebooks (1 to 8) in order to make the smartpen work, and apart from the «normal» needs of plenty of our gadgets (recharge, data transfer, and supplies), it does not support Linux or other open source variations, althought it works for Windows & Mac.

If you know a smartpen for normal white paper notebooks or moleskines, do please drop me a line. I'll buy it and I'm sure plenty of more people I know will buy it also.

2009/01/14

aggregating information in a timeline

Some time ago (can't seem to remember when), I've created an account in swurl. I was forgotten of that trial until I've received a warning by Google about a citation of B2OB. Went back to revisited that digital space and got surprised by my timeline containing different feeds, from different spaces I have out there. Unfortunately, having my research place (infotransitions)(*)  restricted means the feed can not be incorporated in swurl. Another thing that bugs me is that I can not incorporate feeds from my digital libraries (LibraryThing and CiteUlike). Nothing is perfect, even free stuff ;-)

It's amazing how the same bits of information gain such a different perspective through time, when seen in terms of aggregation from different places. «Seeing» is something we have to craft also. In research as I guess with many other activities, is very important, because what we develop can not be seen most of the time.

Sure there are formal places and events where we have to prove our accomplishments (milestones), and to produce products (papers, dissertations, thesis, presentations, communications, reports, etc), but sometimes it can be very frustrating to understand what one as been doing the rest (or the majority) of the time.

I wonder if my advisor as the perception of this information flow? Does he have that perception on the rest of his students? Would he benefit to implement such a timeline to follow students progress? Do others students also use digital spaces to make progress available to advisers? Do advisers feel the need to follow students progresses? What else do they use or need?... 

Anyway, for me this kind of integration is very useful for research (and reminding myself) cause it allows me to context information in time from different sources:
  • data collection (situating dispositions for detecting data collection biases, weighting context of collection, leave trails for information ties to other studies/ readings/ reflections/ etc.)
  • reflections (information environment, questions that remain to answer or that where forgotten, writing reflections unveil trails and relate to other reflections,....)
  • readings (how readings in time affect and are affected by research phase)
  • milestones (It's amazing the number of activities that underline these moments, specially regarding information behaviours... and so easily detected in the timeline)
  • wish lists - books, gadgets, tools, events... and all the things we wish we could have to accomplish our goals/ task/ work/ etc.
  • opinions (things that make us trigger and add other possible views on subjects, coming from different people, with so different world views that help me to think differently about my research subject)
  • life (since we can not separate our research from our lives)
  • Other uses: this can include Department where students are developing the research, detection of students phases, networking, ...
What else could I be using that would give better results?

(*) «transição de espaços informacionais» was the starting point of my PhD research as it emerged during my master's research work. Like a personal notebook, this space is restricted so I can mess around with my thoughts without the fear of misleading passing by strangers or concerns about my (lousy) writing skills.

2008/09/02

Google Chrome live

A apresentação do Google Chrome está a decorrer. As boas notícias: a página onde poderá ser feito o download é [http://code.google.com/p/chromium/] http://www.google.com/chrome. As más notícias: a primeira versão é apenas para windows users. Os utilizadores de Linux e Mac terão que aguardar mais algum tempo.

2008/08/10

Who owns you?

Através do Pedro Fonseca, tive conhecimento do caso de um utilizador a quem uma conta Google foi suspensa. When Google Owns You by Chris Brogan, deu-me muito que reflectir sobre a minha própria identidade online e o que poderia acontecer na eventualidade de a minha conta Google ser suspensa.

Entre diversas questões, coloquei à cabeça a necessidade de confiar em pessoas e organizações. Enquanto não tenho motivos para duvidar, faz parte da minha natureza confiar nelas à partida. Este «à partida» pode estar relacionado com as primeiras impressões, com as experiências de outros ou pela própria história, construída ao longo do tempo, com pessoas e organizações.

Com a Google foi construindo, lentamente o meu relacionamento. Começou em 1995 com a satisfação dos resultados de pesquisa que obtinha, mais tarde com produtos adquiridos por eles, nomeadamente o blogspot (Pyra Labs) e hoje, quando olho para a minha Google account, vejo que fui adicionando às minhas ferramentas uma lista com dezenas de outros produtos.

Constato também que no meu mix de ferramentas web, existem muitas outras que fazem parte da minha identidade web. Se a minha conta Google fosse congelada, perderia um grande volume de informação e alguns dos meus canais de comunicação, nomeadamente o Gmail. No entanto, dada a redundância de informação existente e agregada noutras ferramentas, e apesar dos danos imediatos que poderia causar, tal como me causou o roubo do meu portátil em 2005, penso que conseguiria sobreviver.

Também na web podemos aplicar os mesmos princípios das aplicações financeiras: nunca aplicar as nossas economias num só produto. Diversificar a carteira e distribuí-la por diversas empresas e produtos. Assim, se as coisas correrem mal com uma delas, sempre temos as restantes.

A história inicial, já se encontra resolvida mas acho que vale a pena fazer o exercício: who owns you?

2008/07/24

Saberes e Competências Nacionais de Ciência e Tecnologia

Com a extinção do INETI e pulverização do pessoal e das equipas de investigação pelas mais diversas entidades nacionais (e até para o conhecido quadro da mobilidade!) do que era o maior laboratório de estado em Portugal, a plataforma DeGóis (Plataforma Nacional de Ciência e Tecnologia) poderá ser uma forma de não se perderem os saberes e as competências de tantas pessoas que ao longo de muitos anos contribuiram para lhe dar corpo e projectar o nome INETI a nível internacional.

A criação de um CV pode ser feita por todos os investigadores, a título individual ou a título institucional. Neste último caso, as instituições que aderirem têm a facilidade de extrair relatórios com informação agregada (i.e. indicadores de publicações totais, distribuição das publicações por áreas, etc). A título individual, a grande vantagem reside no facto de manterem não só o vosso CV actualizado como integrado e pesquisável em rede.

Uma das funcionalidades que gostei particularmente consiste no relacionamento entre autores. Ou seja, a partir do momento em que é inserida a descrição de um artigo por um dos seus autores, os restantes passam a estar linkados (claro que para que tal aconteça é preciso que lá tenham criado o CV ;-)

Outras das funcionalidades reside na facilidade de consultar os indicadores, reflectindo o momento e com os dados existentes. Ou seja, nada de ficar à espera das delongas anteriores em que apenas se obtinham dados sobre produção científica com meses de atraso. Claro está, que estes elementos apenas reflectem o que lá estiver. Se o vosso não está por lá, só depende da vossa vontade individual (ou, de um alerta vosso para que a instituição de que fazem parte adira ao DeGóis).


2008/04/01

Portabilidade... ou talvez não

Uma das coisas que cedo me fascinou na leitura de blogs, foi a possibilidade de descobrir soluções engenhosas para problemas que tinha (e para outros que ainda não tinha colocado, antecipando-os).

Como estou deslocado do meu local habitual de trabalho e com acesso à net dependente de uma deslocação até ao único local (walking distance) com acesso wi-fi, por aqui (um dromedário com wi-fi), após visita ao correio (Yaiks!), uma breve consulta às minhas feeds para ver os últimos artigos publicados na minha área e blogs interessantes (prt.sc, claro ;) , eis que encontro a engenhosa ideia divulgada pelo Nuno Saraiva (O mundo numa pen / My Geek Army Knife). Após ter adicionado aos meus del.icio.us como ferramenta útil, dou comigo a pensar que ainda não é desta!

Pois é, um dos primeiros problemas que tive quando pela primeira vez precisei de utilizar um computador por estas bandas, foi, nem mais nem menos, encontrar as portas USB fechadas (as in, not there!). Segundo me foram informando, as portas USB são bloqueadas para impedir, a instalação de Software.

E para os que pensam que isto é uma bizarrice de quem se encontra no local da mítica Escola de Sagres, posso dizer-vos que as práticas de fechar as portas de USB se encontram a vigorar em grandes organizações. Uma das organizações com essas práticas é o Millennium BCP.

Ou seja, quando finalmente pensamos que foi desta que resolvemos um problema (muito real) de portabilidade, neste caso do «ambiente do nosso computador», logo começamos a pensar que é apenas mais uma backup (incomplete) solution.

De qualquer forma, vou ser uma das que também vai personalizar (thanks, anónimo!) a sua própria army knife (let alone de geek ;)

2007/07/13

Licenças CC para PDF

Uma ferramenta útil e de fácil instalação para se adicionarem licenças da Creative Commons (CC) a ficheiros PDF. Permite, no momento da impressão para PDF, optar por uma das várias licenças existentes, ficando esta visível no documento para a posteridade:
"It’s installed as a Windows printer and allows the user to select a license when they “print” a PDF of their document. The tool embeds license metadata in the document as XMP and provides an optional facility for “stamping” the document with visible CC license information — either as a small image in the header or footer, or as a full-page deed appended to the document."
Muito útil, por exemplo, para quem quer disponibilizar os seus artigos e, de forma inequívoca, declarar qual o tipo de licença a que o trabalho está sujeito.


2007/07/07

Porter fala do Cluster Mapping

... numa entrevista publicada na HBS Working Knowledge:
"The tool, called the Cluster Mapping Project, uses statistical techniques to profile the performance over time of regional economies in the U.S., with a special focus on clusters. Clusters are geographically concentrated groups of interconnected companies, universities, and related institutions that arise out of linkages or externalities across industries."
Existe uma versão com dados até 2000 que pode ser visitada por qualquer um, mediante registo no site. A versão mais completa, detalhada e actual, só poderá ser acedida sob pagamento (250$/ano). Apesar de os dados dizerem respeito só aos EUA é um trabalho que pode ser replicado com as devidas adaptações para outros contextos geográficos.


2007/07/06

Blogs nas Práticas de Suporte a Projectos

Desde o início deste blog que tenho vindo a defender a utilização de blogs para equipas de projecto. Mas a utilização de blogs como processo de apoio à divulgação e comunicação não se esgota no suporte aos elementos da equipa do projecto. A existência de um blog público, para ir dando conta dos desenvolvimentos do projecto, ajudando a criar o ambiente para a divulgação dos produtos finais dos projectos pelos públicos a que se destinam (e que tantas vezes acabam por não ser conhecidos atempadamente).

Um dos exemplos que tenho vindo a acompanhar diz respeito a um projecto EQUAL, o D3 - Digitalizar o 3º Sector. O projecto, na sua recta final, foi sendo lido por diversos actores que ao longo do tempo poderam acompanhar os desenvolvimentos e as diversas acções públicas que foram tendo lugar. O blog foi servindo de complemento às próprias recolhas que foram efectuando para o produto final, bem como para divulgar acções de formação e eventos. A notícia mais recente, apresenta o pacote que será oferecido a todos os interessados, com especial destaque para as organizações sem fins lucrativos:
O produto D3 integra um manual e respectivo software para o uso das TIC no Marketing e Gestão das organizações sem fins lucrativos.

Descubra como usar as seguintes ferramentas:
– Gestão de conteúdos (internet, blogues, wikis);
– Comunicação (e-mail, RSS, NewsFeed, Podcasts);
– Gestão de projectos;
– Gestão documental.

Contêm:
– Conceitos base de marketing, gestão documental e gestão de projectos;
– Plano de comunicação organizacional;
– Guias “faça você mesmo” com indicações sobre Software de uso livre, para apoio nas acções de marketing, divulgação e gestão;
– Software de uso livre (gestão de conteúdos, internet, e-mail, ferramentas de produtividades/escritório, etc.)
De destacar que este produto foi concebido tendo em mente os parcos recursos dos seus destinatários e respectiva preocupação de incluir software livre, apoiado por guias de utilização. Fica aqui registado como uma boa prática e para inspirar todos aqueles que, podendo autorizar a utilização de blogs de projectos, continuam a ponderar todos os contras na utilização destas ferramentas para a visibilidade dos resultados dos projectos e respectivos produtos.

Disclaimer: Não fiz parte deste projecto. Com grande pena minha, nenhum dos projectos em que participei até hoje, tiveram blogs públicos associados. O motivo é simples: a decisão de tornar os blogs públicos não está ao meu alcance.


2007/05/15

Camada adicional para catálogos - tags at last

Muitos devem conhecer a LibraryThing, um excelente utilitário para quem quer manter, de forma simples, o seu próprio catálogo dos seus livros pessoais, organizado e passível de facilmente se integrar em blogs de apoio a cadeiras leccionadas, exportação de registos para bibliografias, pesquisa, classificação adicional com etiquetas pessoais (tags), etc.

Para aqueles que já por várias vezes tinham imaginado como seria bom poder adicionar uma camada semântica individual (através de tags) aos registos que vamos consultando nos diversos catálogos das bibliotecas a que acedemos, boas notícias. A LibraryThing for Libraries que já está a ser testada na Danbury Library. Permite integrar uma camada adicional no catálogo (OPAC) por forma a permitir a disponibilização de tags de utilizadores (percorram a página com o exemplo de um resultado, para encontrarem a nuvem de etiquetas - cloud tags - associada ao registo).

Ou seja, não se trata de substituir o trabalho de catalogação que permite a arrumação da informação por grande áreas do conhecimento, mas sim de complementar os registos existentes nas colecções por todos aqueles que as utilizam e podem fornecer pistas adicionais que permitam a recuperação da informação:
What is LibraryThing for Libraries?
  • Give your patrons exciting new content, including recommendations and tag clouds.
  • Let your patrons take part, with reviews, ratings and tags. Keep the control you want.
  • Enhance your catalog with just a few lines of HTML. Works with any OPAC and requires no back-end integration. Really.
  • Draw on the collective intelligence of your patrons and LibraryThing members.
Só falta saber quem irá ser a primeira biblioteca em Portugal a disponibilizar esta funcionalidade nos seus catálogos. Pistas? Casos conhecidos? As apostas podem começar :-)

2007/05/08

TIC e Tipologia de Utilizadores

Mais um relatório da Pew Internet, desta vez com uma tipologia de utilizadores TIC: O Pew Internet ICT Typology. Com qual se identificam mais?

2007/05/07

Mini-Guias de ferramentas colaborativas

Como já tive que fazer comparações entre vários tipos de ferramentas colaborativas, presumo que seja de utilidade para muitas pessoas (crescente necessidade de trabalhar de forma colaborativa e, tantas vezes, com a dispersão geográfica das equipas). Deixo aqui o link para uma compilação de ferramentas colaborativas (6 mini-guias com tabelas comparativas de resumo) da autoria de Michael Pick, e que inclui um leque mais variado de produtos e soluções do que aquelas que já fiz de forma avulsa:
  1. Collaborative Writing Tools And Technology - tal como o nome indica, ferramentas que permitem a diversos indivíduos editar e rever documentos, com edição em tempo real (síncrono) ou mediada (assíncrono).
  2. Screen Sharing Tools and Technology - tal como o nome indica, trata-se de ferramentas que permitem partilhar aplicações ou conteúdos que estamos a visualizar no nosso monitor (em 1987, quando trabalhei com S/36, chamava-se a isto emulação).
  3. Whiteboarding Tools And Technology - não sei se o nome desta categoria será indicativa, mas trata-se de ferramentas que permitem a utilização de um espaço comum (a equivalente digital dos quadros utilizados, por exemplo, numa sala de aulas). As utilizações são as mais variadas, permitindo algumas a utilização para o desenho conjunto de modelos, ou, simplesmente um espaço complementar integrado em aplicações de webconference.
  4. Web Presentation Tools And Technologies - apesar de o título poder sugerir a partilha de slides de power point em linha, com a disponibilização de um crescente número de aplicações em ambiente web, torna-se possível tornar as apresentações mais dinâmicas (anotações, audio, feedback, etc.) e até com integração com outras aplicações (caso sobejamente conhecido da integração em blogs).
  5. Instant Messaging Tools and Technology - o nome da categoria é auto-explicativo e trata-se de uma ferramenta para comunicação instantânea de grande divulgação, desde os primórdios da web e que hoje é utilizado também de forma integrada como, por exemplo, indicador de presença (exemplo do skype awareness indicator nos blogs).
  6. Online Video Publishing And Sharing for Learning and Collaboration - com a popularidade do YouTube e do GoogleVideo (e Sapo Vídeos ;-) hoje são já muitos os utilizadores deste tipo de ferramentas mas, dado que existe algo mais para que elas funcionem em contextos de aprendizagem, vale a pena ler o guia e respectivo resumo comparativo de diversas ofertas existentes.


2007/04/22

fring - aplicação IM e VoIP para telemóveis


Cada vez gosto mais do meu N80. Ontem instalei e testei o Fring - Mobile VoIP application for cellular handsets, que me permite tirar partido das potencialidades do meu telefone. Nomedamente, no que diz respeito a contornar os custos com operadores móveis.

Ou seja, como o N80 me ofereçe a possibilidade de me ligar à rede sem passar pelo meu operador (ou seja sem gastos bárbaros de dados móveis), bastando ter acesso a um hotspot (wi-fi), para além de poder aceder e falar com todos os contactos reunidos num único interface de IM (Talk, MSN e Skype) posso também fazer telefonemas sem custos adicionais para os meus contactos.

Isto sim! Isto é tecnologia para a sociedade da informação, ou por outra, para todos aqueles que na sociedade sabem e querem utilizar novas tecnologias mas cujos custos de acesso (e de instalação) não representam uma barreira à sua efectiva utilização.

2007/04/15

Interoperabilidade conta: Mojiti e Sribd

Videos online e Documentos. Não, não é mais do mesmo!

Mojiti, é diferente do YouTube e de outros pois permite a manipulação dos objectos através de um interface simples em linha, para além de permitir a sua disponibilização e integração em blogs, por exemplo (o que outros faziam). Possibilita também importar directamente videos disponíveis noutras plataformas (vejam a extensa lista). São características que mostram a tendência crescente de preocupação com questões de interoperabilidade centradas nos indivíduos:
"(...) personalize any video. Use Mojiti Spots to narrate your personal videos, add captions or subtitles in any language, or just comment on any scene to share your thoughts and opinions."
O Scribd, aparentemente mais um serviço que possibilita carregar ficheiros num servidor, aceita não só diversos formatos de carregamento (doc, ppt, xls, txt, pdf, ps e lit) como também oferece a possibilidade de escolher o formato pretendido, a quem quer fazer o download do ficheiro (pdf, doc, txt e mp3, sim mp3, embora só funcione para documentos em inglês) bem como embeber esses documentos, por exemplo em blogs, em Flashpaper (o que não trás novidade). Preocupa-me no entanto o facto de poderem ser carregados documentos sem a necessidade de um indivíduo se identificar (temo sempre pelos maus usos do anonimato e da preversidade com que, sob a capa da desresponsabilização, são utilizados).

Entre as diversas aplicações para o Scribd, lembrei-me de que poderá ser um útil contributo para a disponibilização de formulários, programas de eventos, informações sobre programas, etc., de uma forma simples e sem custos associados (e sem encher as caixas de correio com attachments ;-)

[Alterei exemplo a 16/Abril/2007] Exemplo: Slides de apoio de um workshop, realizado o ano passado, cujo objectivo foi a utilização dos blogs para ajudar a integração e gestão de informação no contexto de equipas de projecto:


2006/12/28

blogs: consumir e contribuir

[esta tinha ficado esquecida em modo draft, desde Março deste ano, mas ainda vem muito a tempo ;-)] The Next Wave in Productivity Tools: Web Office, by Rod Boothby (2006):
"People now believe that instead of just surfing the web, users should contribute as much content as they consume. The results are blogs and Wikis. This is fundamentally different from simply using a web-based application to sell something, find a job or find a mate. The difference is that blogs and Wikis support the distribution of ideas and innovations."

2006/12/04

Construir, administrar e recolher dados online (2)

Outro produto disponível que tiveram a amabilidade de deixar ficar nos comentários da entrada anterior (Construir, administrar e recolher dados online), com a vantagem de ser um produto made in Portugal e que oferece interface linguístico em Português e Inglês. Chama-se QuestionForm, está ainda em beta e pertence à ForWeb Software, "uma pequena empresa desenvolvimento de software, criada por André Gonçalves em 2006", sediada na Madeira.

2006/12/03

Construir, administrar e recolher dados online

Para diversos fins: conceber, administrar e recolher questionários, inscrições em seminários e workshops, convites, contactos, colecções, etc, fica a referência ao Wufoo - HTML Form Builder:
"Wufoo is an Internet application that helps anybody build amazing online forms. When you design a form with Wufoo, it automatically builds the database, backend and scripts needed to make collecting and understanding your data easy, fast and fun. Because we host everything, all you need is a browser, an Internet connection and a few minutes to build a form and start using it right away."

2006/11/14

criar logos tipo web2.0

Para criar logos tipo web2.0 podem seguir as instruções do Vitor ou então utilizar o gerador automático do Alex para o nome que pretendem ver webizado ;-)

2006/10/07

ROS ou return of sharing... by blogs!

Inicialmente os gestores de conteúdos individuais (tipo blogger.com), só nos permitiam escrever, incorporar links e incorporar imagens que tinham que estar alojadas nalgum servidor (o que não estava ao alcance da maioria das pessoas). Isto claro, para aqueles que como eu, não queriam perder mais do que uns minutos com o blog (... sem tempo para aprofundar linguagens que permitiam fazer muito mais do que existia ;-)

Ao longo dos anos, o blogger (e muitas outras ferramentas existentes!) foi permitindo fazer muito mais, de forma mais fácil e mais rápida. A par dos blogs e da rápida dissiminação que estes permitiram, indivíduos começaram a disponibilizar linhas de código prontas a serem inseridas por não especialistas, e que permitiam ir fazendo mais com esta ferramenta.

Novas aplicações começaram a proliferar como resposta a necessidades que eram enunciadas pelos utilizadores e outras que ainda não tinham sido antecipadas mas que vieram a mostrar-se de grande utilidade. Todas elas passíveis de utilização e utilidade em si mesmas ou, muitas delas, permitindo a integração com outros sistemas de gestão de conteúdos, tal como os espaços blog. O que me levou a considerar o «espaço blog» como uma canvas (tela), onde vamos incorporando, à medida das nossas necessidades, outras aplicações ou micro soluções.

Claro que a oferta crescente de espaços individuais para armazenar, classificar e disponibilizar informação, sem custos adicionais, também favoreceu e eliminou obstáculos técnicos que existiam para a partilha. Ou seja, a partilha podia ser vista como um esforço adicional e uma sobrecarga, tanto maior quanto mais sobrecarregadas as rotinas de cada um, sem que fossem percebidos os retornos desse esforço (aqui estariamos a falar do ROI individual de cada um, e por isso prefiro utilizar a expressão «return of sharing» ou ROS :-)

O software social (social software que contribuiu para que esta nova forma estar na web fosse apelidada de web2.0) veio mostrar que as pessoas usam as tecnologias desde que estas resolvam os seus problemas/necessidades individuais, as suas necessidades de comunicar e partilhar escolhendo a forma como o querem fazer e que através dessa partilha acabam por colher do benefício do que outros estão a partilhar.

Longa conversa para introduzir mais uma ferramenta que já há muito tempo vinha sentindo falta, o que me levava a utilizar outras estratégias (mais morosas, como o flickr, em que cada slide era tratado como uma imagem, depois agrupado por palavras-chave e depois acopolado a uma linha de código que permitia inseri-lo numa entrada de um blog) para partilhar algo tão simples, quanto uma apresentação pública (os slides de power point, tanta vezes requeridos no final das comunicações). Agora tão simples quanto gravar um ficheiro (depende muito da largura de banda disponível), através do slideshare beta (tenho ainda convites para quem quiser :-)

Cá fica a versão slideshare da nossa última apresentação:




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