2007/05/30

Parar

... para pensar: What happens when everything becomes free? by Chris Anderson

2007/05/28

COPs - o mais importante são as pessoas e não a tecnologia

Para quem «COP» possa ser um agente da autoridade, talvez esteja mais do que na hora para assistir hoje às 9:30, na Gulbenkian, em Lisboa, à sessão sobre Comunidades de Prática (Communities of Practice - CoP). O orador, Etienne Wenger, uma das maiores referências a nível interncional, irá falar sobre na Conferência subordinada ao tema «Aprender em Comunidades de Prática: uma jornada pessoal» (descarregar programa completo).

Para quem não conseguir deslocar-se até ao Auditorio 2 da Gulbenkian, poderá assistir à conferência em directo aqui.

Um Guia ultra-rápido para se iniciarem nas CoP e se colocarem a par das múltiplas possibilidades das CoP. E para quem pensa que tudo isto é apenas teoria, podem dar uma olhadela num dos vários projectos que utilizam o conceito das CoP na Rede Temática da EQUAL.

Outros nomes que vão marcar presença e que quem passa por aqui poderá reconhecer:
Nancy White (1958), da Full Circle Associates, em Seattle, EUA. Diplomou-se na Duke University. Nancy é uma figura destacada no recente campo da facilitação online. As suas investigações e prática centram-se quer nos processos sociais da interacção online, quer no cruzamento entre tecnologia e comunidade. Coopera com empresas, com o governo e com ONG, com um interesse especial na colaboração e na aprendizagem. Desde 1999 que ensina facilitação online, encontrando-se actualmente a escrever, juntamente com John Smith e Etienne Wenger, um livro sobre tecnologia para as comunidades de prática.

Beverly Trayner (1959), mais conhecida por Bev, abandonou recentemente a actividade docente no ensino superior para seguir a sua paixão pela concepção da aprendizagem em comunidades territorialmente dispersas (distributed communities). As suas investigações e interesses centram-se particularmente nas comunidades que atravessam fronteiras nacionais e linguísticas e na integração nesse processo de novos instrumentos e tecnologias. Tem neste momento um doutoramento, em curso, em Didáctica e Tecnologia Educacional na Universidade de Aveiro, Portugal. Fala e escreve sobre comunidades de prática em inglês e português no seu blog e tem ajudado, entre outras, as CoP das Redes Temáticas EQUAL.

2007/05/24

sucesso e pequenos (grandes) nadas

O projecto MapMyName já terminou. Os seus autores perceberam que o elemento mais complicado no sistema que tinham idealizado... eram as pessoas:
"Some of this obstacles were of technical nature, like up-time/hosting, email SPAM classification, single-language. These ones are easy to solve with the appropriate resources, but the “human factor” obstacles are a whole different story.

The truth is, most people don’t believe they can make a difference."
Era algo tão simples. Bastava que cada um de nós tivesse colocado o nome no mapa e convidado mais uns amigos. E no entanto, tão complicado para alguns.

O sucesso também é assim. Será uma soma de pequenos grandes nadas. Os nadas que cada um de nós faz e que muitas vezes, são sucessos que só os próprios podem compreender. A aprendizagem é um desses grandes sucessos, senão o maior e o único que temos, no final de cada dia.


2007/05/23

coelhinho maauuu!

Os blogs podem ser uma boa forma de divulgar procedimentos e alertas de segurança, dentro e fora das organizações. Nunca é demais relembrar os principais problemas de segurança são de natureza social (tal como o social hacking), atitudes individuais perante os procedimentos de segurança (diferença entre os discursos e as práticas observadas) e as demais estratégias que cabeças com uma imaginação fora do vulgar, concebem. De todos os virus cujos alertas vou recebendo, este é hilariante:
"McAfee Avert Labs received a proof of concept virus Bad Bunny a.k.a StarOffice/BadBunny. Its a multi-platform macro virus written in StarBasic and which executes on Linux, MacOSX and Windows. "
E logo agora que eu estava a pensar que alguém se tinha lembrado das mulheres, o melhor que estes virulentos conseguem pensar, é num virus homem disfarçado de coelho!??? daahh.

Atitude 2.0 versus Parasitismo 2.0

Pegando na frase do Bruno que toca na questão de fundo da Web 2.0,
"(...) diferença entre a utilização de um conjunto de ferramentas tecnológicas e a mudança na forma como se comunica, trabalha e aprende"
gostaria de acrescentar algo mais para a discussão, que pode ser considerado uma provocação. Seja!

No início da web, algumas pessoas tinham a capacidade de deixar os seus registos, a dita web 1.0, em que poucos criavam e muitos liam. Nessa altura, podia-se atribuir a falta de partilha a interfaces pouco amigáveis. Nesse sentido, estávamos perante barreiras tecnológicas à partilha. Podiam-se aqui incluir a falta de infraestruturas de comunicação (redes), as dificuldades de acesso e os custos que representavam (onde se incluía a curva de aprendizagem).

Com a divulgação e crescente disponibilização de interfaces amigáveis e de baixo custo (as tais ferramentas que vieram permitir a participação de não especialistas) e a melhoria das infraestruturas, o caminho estava aberto para a participação de muito mais pessoas (não esquecer, que nem todos temos ainda acesso, como podem verificar abrindo um dos muitos relatórios existentes).

Só que esta participação, apesar de ter aumentado, não se traduz na participação activa de todos aqueles que têm acesso a estas ferramentas e que permitem fazer da web a tal rede de leitura e escrita, que abreviadamente é apelidada da palavra tão sonora, web 2.0. Como diz o Bruno,
"(...) acho que a web 2.0 pode ser um auxiliar precioso mas apenas se existir uma postura pessoal que seja também 2.0 e isso constitui logo metade do necessário para acompanhar a referida tecnologia."
Pelo muito que fui colhendo de todos aqueles que me foram ajudando, ao longo do tempo, nesta teia e fora dela, foi crescendo a quase obrigação de partilhar com os outros aquilo que fui encontrando, o que fui experimentando e que acho que poderá ser útil a outros. Será sem dúvida uma parca contribuição em comparação com o que todos me foram dando. Muitos deles sem o saberem, mas que podem encontrar aqui e noutros espaços, o registo das suas impressões em mim. Tal como num artigo deixamos as referências dos autores que sustentam as nossas reflexões, também aqui encontrarão as referências (sob a forma de hiperlinks, citações, nomeações, referências a trabalhos, conversas...) a muitas pessoas.

Que dizer então de quem continua a beber da web e a não partilhar, quando já nem se podem escudar nas dificuldades tecnológicas? Ocorre-me parasitismo (nas suas mais diversas manifestações), talvez escudado na falta de:
  • tempo
  • jeito
  • confiança
  • relevância
  • autoridade
  • coloquem outra-desculpa-qualquer nos comentários!

2007/05/21

World Information Society

O último World Information Society Report (2007) está disponível na integra. Para quem pretender ter acesso aos indicadores TIC que fazem parte do índice (Digital Opportunity Index), encontram aqui a composição detalhada do DOI.

Guess what's happening

- Faltam 7 dias!

- 7 dias para quê?
Primeira pista no cartoon ;-)


2007/05/19

Livre acesso também aos dados

O conceito de livre acesso já não é novo, mas a ciência aberta e o livre acesso aos dados em fase de recolha ainda não tinham aparecido por aqui - OpenSourceScience:
"Democratizing science means creating practices and institutions that are transparent, accessible, and accountable to the general public. In addition to being rigorous, we OpenSourceScience strive to make science popular, relevant, and participatory."
Algumas questões que se prendem com o livre acesso aos dados, no caso das ciências sociais, prendem-se com a protecção dos sujeitos e com a salvaguarda dos seus direitos, nomeadamente de privacidade.

Imaginem que se garantia às pessoas entrevistadas o anonimato por forma a que elas se sentissem mais confortáveis para responder às questões colocadas (caso das entrevistas gravadas para posterior transcrição) e que depois as disponibilizavamos de forma aberta?

Ou seja, para que a ciência possa também ser Open Source Science torna-se necessário repensar os protocolos de recolha de dados, entre muitas outras questões. Para além da maior delas: a cultura científica e a coexistência de diversas gerações de investigadores a que correspondem diversas culturas e diversas formas de estar.


2007/05/15

Camada adicional para catálogos - tags at last

Muitos devem conhecer a LibraryThing, um excelente utilitário para quem quer manter, de forma simples, o seu próprio catálogo dos seus livros pessoais, organizado e passível de facilmente se integrar em blogs de apoio a cadeiras leccionadas, exportação de registos para bibliografias, pesquisa, classificação adicional com etiquetas pessoais (tags), etc.

Para aqueles que já por várias vezes tinham imaginado como seria bom poder adicionar uma camada semântica individual (através de tags) aos registos que vamos consultando nos diversos catálogos das bibliotecas a que acedemos, boas notícias. A LibraryThing for Libraries que já está a ser testada na Danbury Library. Permite integrar uma camada adicional no catálogo (OPAC) por forma a permitir a disponibilização de tags de utilizadores (percorram a página com o exemplo de um resultado, para encontrarem a nuvem de etiquetas - cloud tags - associada ao registo).

Ou seja, não se trata de substituir o trabalho de catalogação que permite a arrumação da informação por grande áreas do conhecimento, mas sim de complementar os registos existentes nas colecções por todos aqueles que as utilizam e podem fornecer pistas adicionais que permitam a recuperação da informação:
What is LibraryThing for Libraries?
  • Give your patrons exciting new content, including recommendations and tag clouds.
  • Let your patrons take part, with reviews, ratings and tags. Keep the control you want.
  • Enhance your catalog with just a few lines of HTML. Works with any OPAC and requires no back-end integration. Really.
  • Draw on the collective intelligence of your patrons and LibraryThing members.
Só falta saber quem irá ser a primeira biblioteca em Portugal a disponibilizar esta funcionalidade nos seus catálogos. Pistas? Casos conhecidos? As apostas podem começar :-)

2007/05/13

problemas... tagging way back machine

Comecei por receber uma mensagem que achei críptica de um «netcrash» sobre um possível ataque meu ao P*. Fui até lá espreitar para tentar perceber o que se passava e... Ops! Se verificarem no meu blog, essas mensagens são de 2003 e estava a colocar-lhes «tags» pois, para quem não estava por cá nessa altura, os tags eram aplicações externas à plataforma do blogspot e, desde que tinha migrado que me prometia a mim mesma, tirar um tempo para as etiquetar. Acontece que são apanhadas pelos leitores de feeds como tendo sido alteradas e, no caso do agregador do P* aparecem como tendo sido colocadas agora.

No caso do meu agregador de feeds, tenho a indicação de que já foram lidas, com a data em que foram criadas (2003) e indicação de que foram alteradas na data de hoje.

Ou seja, parece-me que não vou poder continuar com a etiquetagem senão ainda pensam que entrei em guerra.

Esta é uma daquelas situações que só será notada por quem lê o B2OB por agregador. Aqueles que ainda vão passando por aqui não notarão estes problemas que aqui descrevo. A todos os outros, as minhas desculpas.


2007/05/10

Incentivar a iniciativa privada

Did you thought those 2 guys from MapMyName had their University funding them? No way! They are doing it all by themselves and they need all the support we can get them. So if you still have not placed your name on the map, or if you still didn't send invites for your friends around the world, you can do it now (and you will get one project badge like this :-)

Afinal os alunos que levaram avante o MapMyName, não têm o apoio da Universidade deles. Mais um motivo para os encorajar e ajudar a tornar o projecto um sucesso. Quem ainda não adicionou o nome ou ainda não enviou convites para os amigos, ainda está a tempo (já passaram 18 dias e ainda restam 12 até que termine).

2007/05/08

TIC e Tipologia de Utilizadores

Mais um relatório da Pew Internet, desta vez com uma tipologia de utilizadores TIC: O Pew Internet ICT Typology. Com qual se identificam mais?

2007/05/07

Mini-Guias de ferramentas colaborativas

Como já tive que fazer comparações entre vários tipos de ferramentas colaborativas, presumo que seja de utilidade para muitas pessoas (crescente necessidade de trabalhar de forma colaborativa e, tantas vezes, com a dispersão geográfica das equipas). Deixo aqui o link para uma compilação de ferramentas colaborativas (6 mini-guias com tabelas comparativas de resumo) da autoria de Michael Pick, e que inclui um leque mais variado de produtos e soluções do que aquelas que já fiz de forma avulsa:
  1. Collaborative Writing Tools And Technology - tal como o nome indica, ferramentas que permitem a diversos indivíduos editar e rever documentos, com edição em tempo real (síncrono) ou mediada (assíncrono).
  2. Screen Sharing Tools and Technology - tal como o nome indica, trata-se de ferramentas que permitem partilhar aplicações ou conteúdos que estamos a visualizar no nosso monitor (em 1987, quando trabalhei com S/36, chamava-se a isto emulação).
  3. Whiteboarding Tools And Technology - não sei se o nome desta categoria será indicativa, mas trata-se de ferramentas que permitem a utilização de um espaço comum (a equivalente digital dos quadros utilizados, por exemplo, numa sala de aulas). As utilizações são as mais variadas, permitindo algumas a utilização para o desenho conjunto de modelos, ou, simplesmente um espaço complementar integrado em aplicações de webconference.
  4. Web Presentation Tools And Technologies - apesar de o título poder sugerir a partilha de slides de power point em linha, com a disponibilização de um crescente número de aplicações em ambiente web, torna-se possível tornar as apresentações mais dinâmicas (anotações, audio, feedback, etc.) e até com integração com outras aplicações (caso sobejamente conhecido da integração em blogs).
  5. Instant Messaging Tools and Technology - o nome da categoria é auto-explicativo e trata-se de uma ferramenta para comunicação instantânea de grande divulgação, desde os primórdios da web e que hoje é utilizado também de forma integrada como, por exemplo, indicador de presença (exemplo do skype awareness indicator nos blogs).
  6. Online Video Publishing And Sharing for Learning and Collaboration - com a popularidade do YouTube e do GoogleVideo (e Sapo Vídeos ;-) hoje são já muitos os utilizadores deste tipo de ferramentas mas, dado que existe algo mais para que elas funcionem em contextos de aprendizagem, vale a pena ler o guia e respectivo resumo comparativo de diversas ofertas existentes.


2007/05/04

Multiple Personalities ou The presentation of self in everyday life

Gosto muito de comics, pois tornam assuntos, não raras vezes tabus, em situações divertidas e que nos auxiliam a ver as coisas de uma forma mais distanciada.

O Phd Comics é uma das feeds que subscrevo. A tira dedicada às multiplas personalidades que a seguir coloco toca numa das questões que acho que tem sido demasiado empolada como sendo um «mal» atribuído à multiplicidade de contas (email, fóruns, blogs, redes sociais, etc) que temos e à dificuldade de gerir os fluxos de comunicação que delas resultam.

From Piled Higher and Deeper, "E-mail accounts"

Concordo que temos cada vez mais presenças mediadas num ambiente web que permite um fluxo de comunicação mais intenso, intensificando também as expectativas de obter uma resposta (i.e. quando alguém nos envia uma mensagem, por um dos canais que lhe colocamos à disposição, tem a expectativa de ver respondida ou comentada a sua mensagem, num breve espaço de tempo, seja ela enviada por chat, email, blog, etc).

No entanto, na sua essência, não é a existência de vários canais que dá origem às «multiple personalities», mas sim a existência de diversos fragmentos nossos, em diversos espaços na web, e da necessidade de adequação do nosso discurso de acordo com os vários palcos que fazem parte da nossa vida e da forma como, cada um de nós, se apresenta de acordo com os papeis que cada um de nós representa, em cada um dos muitos palcos em que somos actores, tal como Erving Goffman, os tratou e divulgou em The presentation of self in everyday life.

Ou seja, não são as diversas contas que se criam que nos fazem ter multiplas personalidades, mas o facto de desempenharmos vários papeis (mãe, trabalhadora, estudante, colecionadora, ... ) em diversos palcos (vida familiar, vida organizacional, vida académica, vida associativa, ...) e que fazem com que seja necessário adequar o discurso de acordo com o que o próprio entende que é adequado, abreviando, auto-regulação (tantas vezes desadequada por se confundirem espaços públicos com espaços privados).

Quem me conhece de outros palcos, encara esta minha presença no blog como um prolongamento daquilo que eu sou (mas a verdade é que só eles o poderão dizer, pois existe sempre a possibilidade de um dos papeis contaminar os restantes e/ou um dos palcos se sobrepor aos outros).

Aqueles que só me conhecem por este blog, podem achar que os meus únicos interesses se prendem com os pedaços que aqui deixo ficar, levando-os a construir uma «mónica b2ob». Desta forma, as múltiplas identidades são aquelas que os outros recriam (isto não é válido para quem fabrica a sua presença, mas tem sido muito utilizado ao longo do tempo, por exemplo, pelos consultores de imagem de políticos ;-)

Claro que isto é uma grosseira simplificação da questão, dado que é possível «recuperar» diversas presenças nossas, por forma a fornecer pistas que nos permitam «conhecer melhor» quem não conhecemos (pista: o que fazemos assim que ouvimos falar de alguém que nos é desconhecido? Google it!)


Living Labs e mobilidade

Próximo evento do Living Labs vai ser em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flôr, a 21 e 22 de Maio (2ª a 3ª feira).

Dentro dos vários tópicos de investigação existentes, estou especialmente interessada nas diversas abordagens às questões que tocam na mobilidade (trabalho, colaboração, acesso, infraestruturas). Numa das páginas do Living Labs Europe, [não] encontram o mWatch Europe 2006 (Survey of Mobile Readiness in European Cities and Regions, [apenas o formulário para encomendar :-( ] em pdf), e o respectivo mapa com algumas das cidades europeias, segundo o Mobile Readiness Index:


Para mim tem especial interesse devido ao meu envolvimento no projecto SINCT (e porque é o pano de fundo disto ;-)


2007/05/02

Respostas a Percepções

Foram 25 as pessoas que responderam ao pedido que aqui coloquei em Março, e a quem agradeço os contributos dados (uma vez que era anónimo, só elas saberão a quem se destinam os agradecimentos. Segue-se um apanhado dos dados que me enviaram.

À pergunta «Desloca-se com frequência em situações de trabalho?», 9 responderam «Não», e das 16 que responderam «Sim», 5 fazem-no com carácter diário, 4 com carácter semanal e 7 com carácter mensal:

Das 16 pessoas que indicaram ter maior mobilidade profissional (deslocações frequentes de carácter diário, semanal ou mensal), fazem parte:
  • Programadores
  • Eng. Mecânico
  • Multimédia (sic)
  • Economista
  • Eng. Informáticos
  • Formador
  • Jornalista
  • Sócio-Antropóloga
  • Internet (sic)
  • Investigadores (ID&T)
  • Militar
  • Consultor Tecnológico
  • Gestor
  • + Motorista (deixado nos comentários)
  • + Topógrafo (idem)
Quanto à duração das deslocações de âmbito profissional, 10 pessoas indicaram serem inferiores a 1 dia, 3 pessoas indicaram deslocações de 1 dia e 12 pessoas indicaram deslocações de duração superior a 1 dia.

Continuo a achar que devem existir por aí mais profissões de pessoas que se desloquem, com carácter profissional, frequentemente...