Diversidade para uma cultura Europeia de Inovação
- How to celebrate diversity [como celebrar a diversidade]
- How to use it for innovation [como usar a diversidade para a inovação]
- How to build working routines that expect/assume/work with diversity [como construir rotinas de trabalho que integrem/assumam/funcionem com a diversidade]
- How can diversity help //you// in your daily work? [como pode a diversidade ajudar //te// no quotidiano profissional]
- When (in what situations) would //you// like to be able to 'access' diversity? [quando (em que situações) gostaria (s) de 'aceder' a diversidade]
- Where does //your work// lack diversity? [em que situações //laborais// faz falta diversidade]
- What cultural traits are holding you back locally? [que características culturais te travam localmente]
- What cultural traits from elsewhere would help you forward, and which possibility do you have to tap them? [que características culturais de outros locais ajudariam a ultrapassar e que possibilidades tens para as identificar]
- Where would others benefit from your cultural traits? What other cultural traits would you be able to help balance. [em que situações as tuas características culturais ajudariam outros]
- When do your cultural strengths turn into a pitfall, a challenge or an irritation? [quando é que as tuas vantagens culturais se podem tornar num flop, num desafio ou numa irritação]
"Definir cultura como “a programação colectiva da mente que distingue os membros de um grupo ou categoria de pessoas face a outro” (Hofstede, 1997, p.19), interessa-nos aqui para evidenciar as suas implicações. A cultura não é herdada pelos indivíduos, mas adquirida pela sua exposição e interacção prolongada no meio em que vivem, apesar de não poder ser entendida como passiva. Uma das maneiras de visualizar essas implicações é considerarmos a cultura como uma esfera que nos envolve (Hofstede, 1997; Trompenaars e Turner, 1998) através da sua camada explícita, visível através de produtos e artefactos, atravessando camadas intermédias onde se encontram as normas, os valores e as práticas (símbolos, heróis e rituais), até ao seu centro onde se encontram os pressupostos básicos, implícitos, aqueles que, quando interrogados sobre a causa ou razão porque é que fazemos determinada coisa, não sabemos explicar. Fazemos porque, na esfera cultural em que crescemos, nos foi contado que é assim e também porque fomos observando e reproduzindo comportamentos (...).
Embora se possam agregar elementos característicos que ajudam a identificar traços de uma cultura, como é exemplo o extenso trabalho realizado por Hofstede, em diversos países (1997) e amplamente citado, estes resultados podem, muitas vezes, ser interpretados como fornecendo uma categorização homogénea de determinada cultura, acabando por funcionar como visão cristalizadora e como tal, reduzindo os traços do indivíduo à cultura a que pertence, pondo de parte os seus traços característicos, as suas idiossincrasias, originando o que é conhecido como estereótipos."
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